Uma aventura no parque das nações... -- Parte I
Era uma vez dois gajos, cada um mais parvo que o outro, que num belo Sábado para se ficar em casa decidiram ir para a rua. Com bicicletas.
Estação da Póvoa de Santa Iria, a manhã vai a metade, com tanto tempo de espera pelo comboio a manhã já vai no fim. Lê-se num papel bem escondido, numa esquina de paredes de betão por debaixo de um ecrãn, que os comboios que efectuam serviço naquela zona não o podem efectuar com normalidade. Boa justificação para o atraso dos combóios, bem escrita, boas palavras, não perceberam nada. Os dois.
O combóio chega, os dois apressam-se a entrar para a carruagem que mais perto deles parou. Cada um mais desajeitado que o outro lá conseguem entrar e arranjar um cantinho para por as duas bicicletas. Cantinho esse, que com as duas motos sem motor lá estacionadas, não era transitável pelos restantes passageiros.
Estação da Póvoa de Santa Iria, a manhã vai a metade, com tanto tempo de espera pelo comboio a manhã já vai no fim. Lê-se num papel bem escondido, numa esquina de paredes de betão por debaixo de um ecrãn, que os comboios que efectuam serviço naquela zona não o podem efectuar com normalidade. Boa justificação para o atraso dos combóios, bem escrita, boas palavras, não perceberam nada. Os dois.
O combóio chega, os dois apressam-se a entrar para a carruagem que mais perto deles parou. Cada um mais desajeitado que o outro lá conseguem entrar e arranjar um cantinho para por as duas bicicletas. Cantinho esse, que com as duas motos sem motor lá estacionadas, não era transitável pelos restantes passageiros.
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